Coisas frágeis.
No momento não tenho nenhuma responsabiliade imediata, então acabei lendo algumas coisas só por ler. Por vontade, não obrigação dessa vez. Um sábado, Caim, do Saramago. Essa noite, Coisas Frágeis, coletânea de contos de Neil Gaiman…
Sempre que leio algo de Gaiman, sejam contos ou graphic novels como Sandman, sempre fico pensando comigo mesmo coisas do tipo “como esse filho da puta pensou nisso antes de mim?”. Dessa vez não foi diferente, mas não foi com o conteúdo em si, mas sim com o título. A primeira frase da introdução é “acho que prefiro me lembrar de uma vida desperdiçada com coisas frágeis, a uma vida gasta evitando a dívida moral” e realmente esse é o pensamento/sentimento que mais me chamou a atenção.
Tudo é tão frágil, tudo que vale a pena pelo menos. O que parece ser eterno na verdade pode acabar a qualquer segundo – novidade nenhuma até aí, só achei que deveria falar. Não existe segurança – exceto aqueles que ficam falando no radinho patrulhando os corredores de mercados e suas variantes – mas é essa fragilidade que torna as coisas um pouco interessantes. Entre o começo e o fim existe o infinito.
Enfim, acho que esse é o primeiro post que realmente faz essa coisa sem leitores se parecer com um blog. Algo sem coerência, sem um sentido, sem um propósito. Comprem o livro, em inglês de preferência. Nada de traduções.




Nem sei o que comentar mimi* voce sabe que eu amo tudo que voce escreve
haha
December 20, 2010 at 16:24
Cara, vou por o somecrap no índice no meu blog, pra me manter atualizado. O que escrever daqui pra frente leio.
Coisas Fragéis é uma puta coletânea. Acho que foi o 1 que eu li… o crossover de Sherlock e Chtulhu é foda… e “How to talk to Girls at Parties” também…
December 23, 2010 at 11:35